3 comentários

  1. Carmen Cristina
    Carmen Cristina 26 de setembro de 2012 at 18:14 |

    Eu nao acho que a Universidade quer uma epopeia do crime organizado. Tem gente que escreve sobre bandido e vida bandida, mas nao e isso o que parece. a gente pode muito bem escrever uma epopeia do trabalhador, da gente sofredora das comunidades. Mas e verdade que tem gente que fala muito da bandidagem, isso tem mesmo.

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  2. Ezequiel
    Ezequiel 24 de setembro de 2012 at 1:01 |

    Só para dizer ainda uma coisa: Mano Brown diz que “o Bope não é herói, Os heróis estão presos.” Será que a Universidade das Quebradas quer que escrevamos uma epopeia do crime organizado…lol

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  3. Ezequiel
    Ezequiel 24 de setembro de 2012 at 0:58 |

    Há que se fazer uma ressalva. Se não me falha a memória, o herói grego lutava por glória. Morrer na batalha era o objetivo. E morrer segundo a vontade dos deuses, porque os deuses tecem o triste destino dos homens. Na literatura de periferia, não há herói de molde grego, porque ele não morrerá segundo a vontade dos deuses. Não há tragédia na literatura periférica. Toda dor tem um sentido: ó Deus, sofremos a miséria por causa do império dos porcos capitalistas!! Se o socialismo fosse imposto, nenhuma lágrima mais escorreria!! Ó vida, Ó azar! O blog Arcanjo Suburbano tem compromisso sério com a poesia épica grega. Homero é o pai de nossa consciência trágica. Literatura periférica é para quem não tem coragem de encarar a crueldade do homem.

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