10 comentários

  1. Andréa Gonzalez
    Andréa Gonzalez 7 de julho de 2013 at 18:30 |

    Béa, gostei da forma como você organizou esta aula. Sou professora e gostaris de ter acesso aos textos que usou como referência. SE possível, manda pro meu email: deagjq@yahoo.com.br. Grata!

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    1. Beá Meira
      Beá Meira 8 de julho de 2013 at 9:52 |

      Andréa Gonzalez, não tenho todos os textos digitados, mas vou te enviar por email as referências precisas sobre cada texto usado nesta aula.

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  2. Cassiano Gomes
    Cassiano Gomes 15 de outubro de 2012 at 9:18 |

    Sempre abrindo portas. O conhecimento vem e aquilo que pensamos já ter visto, revisto, torna mais apurado o saber.
    (Cassiano Gomes)

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  3. Bea Meira
    Bea Meira 10 de outubro de 2012 at 10:51 |

    Sabe uma coisa que eu acho muito interessante nesta construção do Pano de Boca que está ilustrando este post?
    Primeiro pensem que isto foi um cenário para coroação de D. Pedro. Que é uma obra encomendada pela monarquia, e claro, deveria conter os elementos que eles julgavam interessante para representar esta nação; o Brasil. Mas notem a praia, é uma cenário tropicalista, né? Já imaginaram uma adaptação do Zé Celso em Copacabana? A platéia toda numa balsa, assite a cena vista do mar!

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  4. Feijah'N
    Feijah'N 10 de outubro de 2012 at 1:25 |

    Ser um QUEBRADEIRO significa gozar de auto-estima.
    Então nesse pondo deve ser o clima…
    Voltaire neles!

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    1. Beá Meira
      Beá Meira 10 de outubro de 2012 at 8:31 |

      Feijah’N um dos objetivos da aula é plantar lacunas. Deixar as pessoas com sede de quero mais. Isso é muito bom. Deixei o link de um e-book do Cândido de Voltaire lá no facebook. Aqui uma versnao em pdf para baixar:
      http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=2239

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  5. Feijah'N
    Feijah'N 10 de outubro de 2012 at 1:22 |

    A frase do general remete à respeitada figura do intelectual público, incômodo e desafiador, cujo grande nome é François-Marie Arouet, o Voltaire (1694-1778), o mais inquieto e satírico dos iluministas do século 18. O episódio envolvendo Sartre, o “Voltaire do seu tempo”, apenas reforça a importância simbólica do autor de Dicionário Filosó co e Cândido ou o Otimismo para a história da França e da própria filosofia moderna.

    Mas se o Iluminismo, do qual Voltaire foi expoente, prometia colocar a razão acima do obscurantismo, a Escola de Frankfurt realizou no século 20 uma crítica às contradições da modernidade anunciada pelos pensadores do Século das Luzes. E para mais bem entender o pensamento frankfurtiano e, claro, muitas outras questões relevantes, entrevistamos a filósofa Olgária Matos, autora de artigos e livros que formaram gerações de filósofos brasileiros.

    Não deixe de ler também o perfil do filósofo político Norberto Bobbio, além de um ensaio sobre o anticristianismo de Friedrich Nietzsche. A revista está, como sempre, recheada de bons textos, informação e reflexão.

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  6. Feijah'N
    Feijah'N 10 de outubro de 2012 at 1:20 |

    Meu comentario sobre a aula, digo de forma romantica.. Bom!
    MAS… Os Quebradeiros precisam de mais impulso!
    … E eis um aqui…
    Durante os anos do levante argelino contra a dominação da França, o filósofo e escritor Jean-Paul Sartre (1905-1980) incomodava o governo francês com seu ativismo anticolonialista. De acordo com os relatos, um ministro teria sugerido ao general Charles de Gaulle (1890-1970) prender Sartre. De Gaulle, então, respondeu: “Não se prende Voltaire”.

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  7. Francisca Raquele Barbosa Bernardi
    Francisca Raquele Barbosa Bernardi 9 de outubro de 2012 at 23:18 |

    Beá você consegue transformar a informação, não só em conhecimento mais também em consciência crí¬tica, tem a capacidade de nos transporta através da historia de uma forma simples, mas com muita proficiência. A sua aula de hoje foi excepcional, pois você tem a sensibilidade de conduzir a aula de forma a nos dar condições da reflexão sobre os temas abordados.

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    1. Beá Meira
      Beá Meira 10 de outubro de 2012 at 8:26 |

      Francisca, fico muito feliz quando consigo transportar as pessoas através da história para pensar a cultura em outras épocas. Esta aula com trabalho de grupo é muito rica, porque eu volto pra casa cheia de coisas para pensar. Gosto destas visões prismáticas, ver os grupos debatendo, divergindo, usando palavras que eu não usaria para traduzir aquelas imagens. Eu aprendo muito também, você nem imagina.

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