14 comentários

  1. Rogéria Reis
    Rogéria Reis 26 de setembro de 2013 at 1:42 |

    Quebradeiros, foi um momento marcante para mim. Tentar resumir toda a minha relação com a escrita em vinte minutos foi “pura adrenalina”. A ESCRITA QUE NOS TRAMA já virou o meu trabalho de conclusão de curso e certamente evoluirá para um livro pois a história é mais longa do que vocês imaginam. Ocultei os detalhes impróprios para menores. rsrsrsr . O Fábio conseguiu me sensibilizar com a questão de preservação das áreas de reserva ambiental. Eu que exercia a consciência ambiental num nível digamos, mais individual e com foco no ambiente urbano, pude ampliar a minha visão e vi possibilidades de atuar coletivamente e de modo um tanto mais extensivo, como na preservação dos sítios ecológicos. A Juliana Barreto me mostrou que as coisas ainda precisam evoliuir muito no âmbito educacional e ela tem apresentado uma proposta de mudança utilizando como plataforma a música. O Daniel mostrou que sua dificuldade de adaptação ao modelo tradicional pedagógico o levou a uma reflexão e hoje se lançou na área da Pedagogia mas já atua utilizando um método diferenciado de construção de pensamento com seus alunos. O babilak Bah foi fantástico e fiquei muito curiosa para conhecer a música experimental dele. Queria ter ganhado o livro de poesias dele- O Corpo Letrado- que título fantástico! O Leandro é uma simpatia e mediou a mesa de forma bem humorada. Os quebradeiros foram o maior destaque da tarde com a perguntas dirigidas à mesa. Adorei os comentários e a análise da Rafaela muito me enriqueceu. A Angela, nossa coordenadora pedagógica da vontade de levar para casa de tão fofa e competente que é. Me orientou divinamente… Beijos e amo muito vocês!!!

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  2. Maria Celeste
    Maria Celeste 25 de setembro de 2013 at 23:18 |

    A cada encontro com essa maravilhosa turma,me sinto profundamente fortalecida para permanecer nesse caminho de construção de um mundo melhor é mesmo possível.Tem muuuuiiitaaa gente BOA neste mundo e eu tenho o privilégio de conhecer cada dia mais uns. Parabéns aos primeiros corajosos.

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  3. luciana andreia Peireira de oliveira
    luciana andreia Peireira de oliveira 25 de setembro de 2013 at 21:48 |

    ONTEM VOLTEI PARA CASA EXTASIADA COM ESTE PRIMEIRO TERRITÓRIO ; FOI DE GRANDE APRENDIZADO .
    SÓ TENHO A FALAR , ARRASARAM QUEBRADEIROS ! SHOW !

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  4. Rafaela Nogueira
    Rafaela Nogueira 25 de setembro de 2013 at 16:00 |

    Que dia incrível! Fiquei orgulhosa de ver as apresentações dos Queridos Quebradeiros! Muito bacana o território que cada um mobiliza e nos faz acreditar que a arte é possível porque ela nada mais é que “viver e lutar”. Destaquei algumas questões que me fazem refletir também, pisando no território da Rogéria, como a relação da mulher com a literatura. Em sua apresentação a Quebradeira nos revelou que o seu orientador pediu que ela fosse “mais agressiva” no seu expressar poético, porém, ela ainda se sente um pouco acuada quanto “o que quero dizer e não posso dizer ou não quero dizer”, essa tensão é interessante porque resgata a problemática da relação entre mulher e a escrita, por exemplo, revendo a trajetória da produção literária nos séculos de incisiva repressão e exclusão do pensamento da mulher e certo preconceito velado ainda nos dias atuais. Essa tensão do “O que tenho a dizer, posso?”, há exemplos de figuras femininas que conseguiram quebrar as barreiras do absurdo dizendo o absurdo – buscando voz – criando suas linguagens poéticas, filosóficas etc. Acredito que o orientador queira da sua poética uma persona mais ousada, que saia do “eu” como unidade centrada e que se desdobre em outras possibilidades sem deixar seu território poético – as questões que te mobilizam. Não li nenhum poema da Rogéria, mas ela me remete a Florbela Espanca que não entra no rol dos estudos acadêmicos, incompreendida talvez por seu estilo “romântico” em meio às proposições de Dostoiévski, Pessoa, Sá-Carneiro intrigados no esfacelamento do sujeito moderno. Mas uma coisa há de ser levada em conta, a escrita, pois se queres e te faz bem pondo a escrever que continue, pois assim nos ensina Cleonice Benardinelli – quando há necessidade de escrever!
    Outras coisas maravilhosas foram ditas durante as apresentações: (…) “a música não tem apego, não tem pudor” que me fez refletir e pensar mais sobre as fronteiras musicais e que vai ao encontro da fala do poeta Babilak Bah:
    “Quanto vale a sua pele? Quanto vale a pele do Pelé?” – E então, pude “territorializar” outras vertentes, as letras dos poetas Cazuza e Frejat: “ Canibais de nós mesmos antes que a terra nos coma” e o genial Machado de Assis e as filosofias de Quincas Borba “Ao vencedor as batatas” e que me levou ir mais além (rs…) com o último livro que li “Confissões de Lúcio”de Mário de Sá-Carneiro em que ele problematiza a questão da arte como mercadoria: “decerto pretendiam lisonjear assim o grande empresário de quem todos mais ou menos dependiam, hoje ou amanhã. (…) Uma grande náusea me subira por tudo quanto tocava à arte no seu aspecto mercantil. Pois só o comércio condenara a versão nova da minha peça: com efeito, em vez de ser um acto meramente teatral, de acção intensa mas lisa, como o primitivo – o acto novo era profundo e inquietador; rasgava véus sobre o Além.”
    Acho que tudo se fez, se disse, com propósito de nos mostrar a possibilidade da autonomia artística (voz, liberdade, linguagem poética, mobilizações política, filosófica…) e o reconhecimento do trabalho através das manifestações de cidadania.
    Durante os territórios escrevi um singelo pensamento:

    Quando tirar da gaveta as escrituras?
    Revisar?
    Esquecer?
    Negar palavras…
    Ah, mulher!!
    As mulheres falam!
    Só desabafam?
    Querem ciência, cansaram do amor…
    Mulher é criatura
    De criação poética
    Ou ex-criaturas.
    Criar,
    Nascer:
    Mulher a cada dia.
    Quebrar essa mulher
    Unidade guardadinha.

    Vlw Pessoal, até a próxima!

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  5. Fabio Augusto
    Fabio Augusto 25 de setembro de 2013 at 13:27 |

    Realmente é prazeroso demais poder trocar informações e experiências num espaço onde todos tem algo a acrescentar.
    Se sentir compreendido,acolhido e respeitado, dá um gás danado pra seguir em frente,mesmo com todas as dificuldades que aparecem pelo caminho.
    Agradeço a toda direção das quebradas e principalmente aos quebradeiros que além de ouvirem atentamente nossos projetos, se mostraram solidários e dispostos a ajudar…
    O coletivo Tribo Full é uma semente que vai dar frutos,convido todos a comerem essa fruta doce que sairá desse pé de cultura e cidadania que começamos a cuidar.

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  6. Leandro Firmino da Hora
    Leandro Firmino da Hora 25 de setembro de 2013 at 11:54 |

    Se sentir inquieto com as diferenças de realidade tanto econômicas como de oportunidades que causam sofrimento e dor a muitos e comum em todos nos seres humanos mas agir, isso sim! pode de alguma maneira nos ajudar a nos sentirmos melhor! agir diante de todos esses problemas e algo nobre, que poucos resolvem fazer.

    L.F

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  7. juliana Barreto
    juliana Barreto 25 de setembro de 2013 at 9:52 |

    Realmente muito bom! Intenso e desafiador, mas acima de tudo um privilégio esse espaço e tempo pra compartilhar um pouco de quem somos e o quê e como o fazemos. Como temos dado significado a quem somos, às escolhas que fizemos, e tudo isso nesse ambiente composto de “gente” literalmente. A tensão do tempo acaba sendo vencida pela identificação que temos uns com os outros, de alguma maneira que não sabemos explicar. Adorei!!!

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  8. Beá Meira
    Beá Meira 25 de setembro de 2013 at 6:53 |

    Parabéns quebradeiros, muito boa apresentação! Foi lindo demais! Aprendendo sempre com todos vocês. Só faltou tempo, mas isso a gente dá um jeitinho.

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  9. Jéssica de Brito
    Jéssica de Brito 25 de setembro de 2013 at 1:07 |

    Maravilhoso nosso 1° Território, apresentação em vinte minutos, Imagino o carinho e o cuidado em preparar tudo para nós.Muito gratificante estar ali ouvindo, atenta a cada projeto,cada idéia, perceber a trajetória da mente-papel-prática realizada por cada um . A dificuldade enfrentada por cada um .É maravilhoso poder participar de um encontro como este, percebendo a importância da trocados saberes. Excelente o encontro de hoje.

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  10. heraldo hb
    heraldo hb 24 de setembro de 2013 at 1:17 |

    caraca, curiosidade nível máximo 🙂

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  11. Celeste Conceição
    Celeste Conceição 23 de setembro de 2013 at 17:52 |

    Não vejo a hora de ver e ouvi tanta riqueza.

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  12. Feijah'N
    Feijah'N 23 de setembro de 2013 at 13:52 |

    Das inquietações se desenvolvem o saber de resoluções.
    Que venham estes no TERRITÓRIO não só de emoções…
    Mas, mostra em equidade de valores a serem atribuídos e aplicados em sociedade!
    Sucesso para Leandro e “MESA”!!!

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  13. Nuno DV
    Nuno DV 23 de setembro de 2013 at 11:15 |

    Que venha logo essa tal de Terça Feira!

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  14. Rogéria Reis
    Rogéria Reis 22 de setembro de 2013 at 19:22 |

    Coração batendo forte, Tudo ficou tão lindo…
    Confesso: dá vontade de participar de mil momentos como esse. Me preparando aqui para apresentar tudo em vinte minutos e bem bonitinho para os quebradeiros pois eles merecem. Muita calma nessa hora!!!!!
    Beijos e até lá!

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