3 comentários

  1. jussara@calicotrio.com.br
    jussara@calicotrio.com.br 16 de fevereiro de 2014 at 7:21 |

    Eu acho que tudo na vida tem de ser democrático…
    Hadad diz que a ARTE TEM DE SER DEMOCRÁTICA!!!

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  2. Rogeria Dias Deziderio Reis
    Rogeria Dias Deziderio Reis 13 de fevereiro de 2014 at 14:16 |

    Amir Haddad, o profeta da arte.

    Personalidade ímpar, simpatia pra dar e vender
    um mestre, um coringa, na arte de viver.
    Profeta da cultura como salvação:
    Cidade não é dos empreiteiros, é do cidadão.

    Artistas de rua? Somos artistas públicos
    e que saiam pra lá com seus decretos esdrúxulos!
    Queremos boas políticas e muita esperança
    nas praças, nas ruas das nossas andanças.

    Não são os artistas prisioneiros de ideologias,
    de conteúdos ditados pelos órgãos em suas orgias
    Não queremos ser limitados em nossos espaços
    por medidas e decretos que nos aprisionam de fato.

    Se a arte é livre, registra o Amir uma poesia:
    – Não tenham vergonha de sonhar com utopia.
    – Não persigam a arte com spray de pimenta
    – A vida sem arte quem é que aguenta?

    Tem o coração quer saber?
    Duas câmaras: Dor e prazer
    canta e ri, prazer, bem devagar
    pra modo de a dor não acordar.

    Que seja a arte e também, a pública
    um modo de trabalhar, a forma única
    os nossos sentimentos proibidos
    os nossos sonhos de cristal ou vidro.

    É o mundo ou não é,
    uma imensa arca de Noé?
    Depois do dilúvio que a arte pública, então
    encha a terra de paz e união.

    Quem não tem poder,
    ora, não vai em nada doer,
    pensar o mundo a todo momento
    como uma imensa bola de sabão em movimento.

    Obrigada, Amir Haddad, adorei!
    Um mestre, um profeta, um Édipo rei!

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  3. Janaina
    Janaina 13 de fevereiro de 2014 at 12:13 |

    O ‘Rio de Janeiro está a beira de um ataque de nervos’. Entre os Arcos, a Lua branca e silenciosa, eles desfilam suas “transgressões” dentro de fantasias suadas e máscaras de animais. Cores e vento. Deito no seu colo e vejo três gaivotas voando e Noel Rosa como fundo musical pra esse céu azul-amor. Criamos novas palavras por não entender o que sentimos. Mas a força disso tudo é mais importante que qualquer conceito. Arte pública. Horizontalizar. Chegamos na Urca. E sinto falta da Baixada. Não me vejo fora da Baixada. Porque esses espaços são nossos, mas não nos reconhecemos nele. Em tempos em que tudo é mercadoria. Não podemos vender o que há de melhor em nós. Monumentos de algozes e não dos lutadores. ‘O futuro há de ser dos espaços abertos.’ Não tenho dúvida disso. Porque a Rua está no meu presente. ‘É o forte que faz a união.’ Eu tentei te arrancar da minha vida, do meu peito, mas como arrancar o que está imprimido nos meus segundos de pausas nessa longa respiração? Choque de ordem. Foco de saúde. Foquemos no amor.

    Jana Tavares.

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