3 comentários

  1. Tetsuo Takita
    Tetsuo Takita 1 de novembro de 2013 at 17:58 |

    Me lembro que a pri eira vez que assisti a aula do professor Mamede foi ainda no Antigo Salão Dourado do Campi da Ufrj da Praia Vermelha e me surpreendeu bastante além de saber que parece que ele recém vinha de uma viagem às bandas de Jerusalém, Israel especialmente para a nossa aula, me senti muito contemplsado, privilegiado mesmo por ser também da periferis e fazer parte daquele grupo de pessoas especiais que buscavam a cultursl não estatal mas desbravante. Isso já foi acho que em meados de 2011 quando fui aceito e adentrei à Universidadd das Quebradas ou ainda em 2010 por conta do projeto Apalpe by Mrcus Faustini, do qual atuei qual aluno.
    Mas também foi ótimo aber os detalhes um tanto quanto picanges que ele recuperou d trouxe do original mas que antes tinham sido usurpados por conta da nossa sociedade ocidental católics e militar um tanto aua to castradora e falsa moralista, eu que nunca tinha feito falculsade até então me senti como Sherazade apaixonada não por um Sultão mas pela academia e o que els podia me proporcionar, hoje depois de batalhar por uma bolsa, curso sistemas de Informação numa ótima universidade, não sei se esta será a escolhida para acabar, só sei que não pararei, obrigado!

    Reply
  2. Felipe Boaventura
    Felipe Boaventura 19 de setembro de 2013 at 10:57 |

    Chamou atenção o fato do texto em português ter utilizado vários manuscritos distintos. Livros antigos como “as mil e uma noites” possuem muito cópias no tempo. Outro na mesma condição é a bíblia, por exemplo.
    Embora não sejam mitológicas, por assim dizer, as histórias que compõem o livro são dotadas de uma força de rico material do humano (a “herança frágil”?) que as mantiveram vivas na memória e no texto ao passar dos séculos.

    Reply
  3. Clarice
    Clarice 15 de setembro de 2013 at 11:47 |

    A saga de Mil e uma Noites é uma historia deslumbrante de sonhos e desejos, esperanças e expectativas legitimas e ilegítimas, tecida com a poesia e magia de uma contadora de historias dentro de outra narrativa o que sendo traduzida por Mamede Mustafa Jerome comentada, são como cromos delicados que combinam magicamente o cenário da Pérsia
    e nos guia na narrativa onde Serazade se safa da morte a cada dia … surpreender , seduzir é o mais impressionante dessa tradução. Vou começar a procura
    para aplacar minha expectativa de desvelar esse dom da contar estorias…

    Reply

Deixe um comentário