8 comentários

  1. Cristina HARE
    Cristina HARE 15 de junho de 2014 at 13:15 |

    Não existe UQ sem Beá.

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    1. Bea Meira
      Bea Meira 18 de junho de 2014 at 9:26 |

      Cris querida, eu estou por aqui direto. Não consigo viver longe deste site!

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  2. Jussara Santos
    Jussara Santos 7 de junho de 2014 at 11:53 |

    Calma, as palavras da minha mestra mergulham no meu coração. Tudo é meu, mas nada é. Ela é nossa. Sim, viver é Béa Meira. E saber que tem pedaços para todos. E SABER é SABER. AMAR é AMAR! Isso tudo faz parte do mundo da mestra. (pena que não posso colocar aqui uma pagina do meu caderno UQ 2011).
    Uma lagrima de gratidão saiu do meu olho esquerdo…

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    1. Bea Meira
      Bea Meira 8 de junho de 2014 at 17:59 |

      Jussara querida, obrigado pelas palavras gentis de sempre. Sim, não me conformo que a gente não pode comentar estes textos com imagens! Fiquei curiosa para ver esta página do seu caderno. Fico muito feliz de ver todo mundo trabalhando em seus cadernos de desenho cotidianamente!

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  3. angela carneiro
    angela carneiro 6 de junho de 2014 at 17:05 |

    Muito claro Beá! E, no entanto difícil!!!! Sustentar um trabalho que está por se inventar e que pede paixão e coragem todo dia para manter o movimento. Muito bom tá com vc nessa!

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    1. Bea Meira
      Bea Meira 8 de junho de 2014 at 17:54 |

      Angela, o texto se dirige ao público externo, eu tinha que ser bem clara, pois a maioria das pessoas não tem ideia do que é a UQ. Mas acho que ele ficou um pouco heróico, né? Porque a gente sabe que é difícil fazer tudo isso acontecer todo dia, não é? Implicar o grupo no processo e sustentar as propostas diante das dificuldades. Mas parte desta satisfação com a UQ está nos encontros inesperados. Muito bom mesmo estar com você nesta jornada.

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  4. juliana Barreto
    juliana Barreto 5 de junho de 2014 at 13:33 |

    E assim estreamos a estrada da cultura contemporânea. Parabéns, ótimo texto!!!

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    1. Bea Meira
      Bea Meira 8 de junho de 2014 at 17:42 |

      Obrigado Juliana. Escrevi este texto para a campanha educartransforma no começo deste ano. Eu podia escrever sobre o que eu quisesse, mas foi inevitável escrever sobre a UQ, por que esta foi a experiência que me transformou.

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