5 comentários

  1. Lucía Tennina
    Lucía Tennina 18 de abril de 2013 at 14:20 |

    Acabei de descobrir estes comentários e fiquei emocionada. Eu sou quem tem que agradecer vocês a atenção e os valiosos comentários que fizeram durante a minha fala. E obrigada como sempre especialmente a Beá, pelas palavras e pela difusão aqui na web. Espero voltar pro PACC e para as Quebradas logo!

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    1. Bea Meira
      Bea Meira 19 de abril de 2013 at 7:37 |

      Lucía, este site é movimentadíssimo. Cada um destes posts contém conversas, comentários e até discussões sobre temas variados, tudo conectado com a cultura da periferia. Um novo comentário pode reacender o interesse num assunto. Você é parte importante do nosso mapa!

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  2. Leda Lessa
    Leda Lessa 28 de novembro de 2012 at 11:00 |

    Aprendi muito com a palestra da professora Lucia.Pude ampliar meu olhar para esses movimentos que já aconteciam aqui em São Gonçalo desde os anos 90,num bar chamado Toulouse Lautrec .
    Temos também o sarau Uma Noite Na Taverna que acontece ha pelo menos 8 anos no espaço SESC e em bares.

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  3. Bea Meira
    Bea Meira 24 de novembro de 2012 at 7:54 |

    Foi muito boa esta apresentação mesmo. A Lucía é muito delicada em suas considerações. Eu fiquei também pensando nas escolhas dos poemas que elas nos apresentou. O primeiro falava do dia em que o sujeito faltou do trabalho e vai olhando os detalhes da vida em sua vizinhança, é muuito lindo. A gente nem se incomoda com a música meio piegas que rola junto. E o do bêbado que acha a Morte erradíssima! Sensacional. Obrigada Lucía Tenina. Aprendi muito!

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  4. rute casoy
    rute casoy 24 de novembro de 2012 at 7:41 |

    A palestra de quinta feira foi emocionante. A Professora Lucía Tennina nos relatou de forma bem sistemática e amorosa sua experiência/pesquisa antropológica nos saraus de poesia da periferia de São Paulo. A função mobilisadora da poesia atuando no bar. A ação de transformar um bar num centro cultural vivo, comprometido e engajado. A erupção vulcânica arrebatadora que este acontecimento suscita. A professora nos relatou suas dificuldades: 1. dificuldade de acesso aos livros 2. difiiculdade de entendimento das girias. 3. dificuldades em usar os conceitos da crítica literária. 4. dificuldade de avaliar o valor estético e literário dos textos. Ela ressaltou a importância do contexto e do enfrentamento nas temáticas em geral apresentadas, citando o deslocamento do sistema semântico bélico (armamento, guerra, munição, crime… ) para as letras, os livros e o conhecimento. O corpo, a vocalidade – mais que a oralidade – e o livro estão afirmando o Ser Periférico na situação ambiente do sarau. Ambiente coletivo, ritualisado, onde o silêncio e o aplauso tem lugar no reconhecimento e respeito pelo poeta que lá se apresenta. Lá, este lugar que apresenta uma geografia muito própria e específica, tanto pelo mapa quanto pelas coisas. Lá no coração criativo do movimento que legitima esta literatura para além do livro e da declamação

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