3 comentários

  1. Fabiana da Silva (Fabbi)
    Fabiana da Silva (Fabbi) 16 de novembro de 2013 at 20:30 |

    Adorei os dois textos da Denise e gostei de mais do texto da Rogéria.
    Mas confesso q tenho um certo travamento com relação a essa noção de construção de identidade, pois acredito assim como Michel Agier q as identidades vão se atualizando no jogo social vigente e são essas relações as bases para as transformações de cunho social q lutamos cotidianamente para conseguir fazer.

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  2. Rogéria Reis
    Rogéria Reis 15 de novembro de 2013 at 9:20 |

    Esse ficou mais claro…

    FILOSOFIA POP: TRANSDISCIPLINARIDADE, TRANSVERSALIDADE…

    Interessante como a globalização tem imposto novas formas de pensar o mundo e me parece que o conceito de transversalidade se ajusta perfeitamente à realidade de um mundo globalizado em detrimento do conceito de identidade em que se consolidam grupos com resgate e solidificação de raízes e portanto, impermeáveis às mudanças de acordo com os interesses das elites econômicas.

    A transversalidade por sua vez, não segmenta, não sintetiza, não forma novos blocos e é preocupante no sentido de preservação da nossa cultura e da nossa autonomia nacional, pois atualmente até o próprio conceito de nação pode ser descosntruído pelo apagamento das linhas subjetivas que delimitam fronteiras entre povos, entre culturas mas tendo em vista impor a cultura dos país dominante economicamente, uma vez que o econômico ainda é um marcador expressivo das diferenças.

    A pobreza isolada ou associada à questões como o racismo, o que torna a situção ainda mais grave, não possibilita uma rede social de apoio ao que é tratado como indivíduo e não como pessoa. Isto é fato que dificulta a mobilidade social.

    O conceito de transversalidade surge com a promessa de aparar a questão das diferênças, com a prática da tolerância, do nivelamento social mas com pouca atuação no nivelamento econômico (que passa fundamentalmente pela questão da educação de qualidade).

    Promete também a derrubada das diferenciações por classes. Mas, em se tratando de conceitos gerados pós globalização e pelas próprias elites, onde se concentram os pensantes sobre tudo na vida, tenho minhas dúvidas, pois esse tudo me parece nunca em prol do coletivo mas sempre para benefício dessa mesma elite com domínio econômico, político e do “saber”.

    Garrincha hoje, teria bem mais trabalho pois não existem mais inocentes nesse jogo, nem o povo, porém o povo ainda segue controlado, vigiado, recebendo informações fragmentadas, falsas, por uma mídia que serve a essa elite vergonhosa e vigiado, no que seria uma variação do panóptico descrito por Foucault.

    Tudo deve ser questionada, até o acesso à informações rápidas e “democratizada”, concedido pela internet, pois, “esmola quando é demais até o santo desconfia”. Pronto falei!

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  3. Rogéria Reis
    Rogéria Reis 15 de novembro de 2013 at 8:45 |

    Interessante como a globalização tem imposto novas formas de pensar o mundo e me parece que o conceito de transversalidade se ajusta perfeitamente à realidade de um mundo globalizado em detrimento do conceito de identidade em que se consolidam grupos com resgate e solidificação de raízes e portanto, impermeáveis às mudanças de acordo com os interesses das elites econômicas. A transversalidade por sua vez, não segmenta, não sintetiza, não forma novos blocos e é preocupante no sentido de preservação da nossa cultura e da nossa autonomia nacional, pois atualmente até o próprio conceito de nação pode ser descontrído pelo apagamento das linhas subjetivas que delimitam fronteiras entre povos, entre culturas mas tendo em vista impor a cultura dos país dominante econômicamente, uma vez que o econômico ainda é um marcador expressivo das diferenças. A pobreza isolada ou associada ao racismo, o que torna a situção ainda mais grave, não possibilta uma rede social de apoio ao que é tratado como indivíduo e não como pessoa. Isto é fato! O conceito de transversalidade surge com a promessa de aparar a questão das diferênças, com a prática da tolerância, do nivelamento social, da derrubada das diferenciações por classes. Mas, em se tratando de conceitos gerados pós globalização, tenho minhas dúvidas, pois tudo me parece pensado não em prol do coletivo mas sempre para benefício de uma elite dominante economicamente. Pronto falei!

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