7 comentários

  1. Beá Meira
    Beá Meira 24 de dezembro de 2013 at 15:43 |

    Rute, escolhi para ler nas ferias, o livro da coleção Encontros, da Azogue, com Eduardo Viveiros de Castro. Finalmente estou mergulhando na antropologia e começando pelo perspectivismo ameríndio, que estava aparecendo toda hora nas minhas reflexões. Lembrei de você.

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  2. josé orlando
    josé orlando 20 de dezembro de 2013 at 21:06 |

    Sim Ruth, os passos poéticos já estão sendo dados entre abraços e incorporamento.Vamos nessa entre quebradas,MAR e topografias várias.

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  3. rute casoy
    rute casoy 20 de dezembro de 2013 at 10:58 |

    que bom josé orlando que vc se ligou!

    boas antenas!

    quero muito seguir viagem por este caminho, f

    azer poesia nas quebradas,

    vamos nessa?

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  4. josé orlando
    josé orlando 19 de dezembro de 2013 at 21:43 |

    Para quem quer conhecer a poesia de Rothemberg recomendo:http://partidodoritmo.blogspot.com.br/search/label/Jerome%20Rothenberg

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  5. josé orlando
    josé orlando 19 de dezembro de 2013 at 15:11 |

    Os tópicos são pura Etnopoesia a partir do retrato que Ruth faz do autor e dos seus dilemas,invenções,obras e do contexto cronológico em que se sucede pós-estrutura,pós-Guerra fria,pós-Muro de Berlim.É fascinante esta metalinguagem.A invenção do Ser Humano está sempre presente, não como algo já construído mas como possibilidade e fomento de novas perspectivas.O texto é singular e plural.É um cântico entre veredas.É uma loa para as quebradas.

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  6. josé orlando
    josé orlando 19 de dezembro de 2013 at 14:53 |

    Diálogo Polifônico.O texto é de uma vertigem que vai da margem ao âmago,do centro para as simbioses periféricas.Lembrei que já tinha lido Etnopoesia através de Hubert Fitche e que a voracidade das palavras é fértil e que múltiplas são as formas de representá-las.Fico agradecido por Ruth mostrar essas vitalidade das palavras em seu valor pedagógico e humano.Não devemos nos prender as palavras mas sim libertá-las.

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  7. josé orlando
    josé orlando 19 de dezembro de 2013 at 14:53 |

    Diálogo Polifônico.O texto é de uma vertigem que vai da margem ao âmago,do centro para as simbioses periféricas.Lembrei que já tinha lido Etnopoesia através de Hubert Fitche e que a voracidade das palavras é fértil e que múltiplas são as formas de representá-las.Fico agradecido por Ruth mostrar essas vitalidade das palavras em seu valor pedagógico e humano.Não devemos nos prender as palavras mas sim libertá-las.

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