5 comentários

  1. Rogéria Reis
    Rogéria Reis 3 de maio de 2014 at 17:50 |

    Fala Quebradas!

    Já li todos os textos do “Fala Quebradas” que estão lindos.
    Sinto-me orgulhosa por participar dessa revista, meu Deus do céu!
    A festa de lançamento foi lá na Casa Porto, que como diz o nome, fica lá na região portuária.
    Aprendi mais um pouco sobre a nossa cidade com a Beá Meira, o Ecio Salles e o Leonardo Alves.
    Leonardo, de Barra Mansa, cidade mãe da minha natal Volta Redonda.
    Barra Mansa, local que me acolheu durante o período em que cursei minha primeira faculdade.
    Leonardo traçou um paralelo da escrita do Charles Baudelaire (poeta que contou Paris a partir de seus habitantes e do seu cotidiano) com os relatos dos quebradeiros que com seus textos receitaram em prosa ou poesia, coisas boas para um Rio de Janeiro ainda tão partido.
    Uma Paris iluminada, moderna por Baudelaire reportada; um Rio de Janeiro contemporâneo sofrendo rápidas transformações e contado por quem vive aí pelas quebradas da vida.
    Bons tempos esses que tenho vivido. Entre mortos e feridos salvei-me de forma estúpida, na base do soco mesmo.

    Rogéria Reis
    RJ, 03/05/2014itentris crea

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  2. luciana Andreia
    luciana Andreia 1 de maio de 2014 at 21:38 |

    Ter feito parte desta empreitada foi muito gratificante para minha pessoa . Muito obrigada a toda equipe pela ESCUTA TROCA E AFETO ESTA QUE A RECEITA DO SUCESSO BEIJOS

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  3. Jandir Jr.
    Jandir Jr. 30 de abril de 2014 at 16:31 |

    Uma retificação: A música que foi atribuída ao Charlie Brown Jr. com o nome “Me pirou o cabeção” é, na verdade, da banda O Surto. O nome da canção é “A Cera”, disponível no link abaixo:

    https://www.youtube.com/watch?v=VoApSJM0UjQ&feature=kp

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    1. Beá Meira
      Beá Meira 2 de maio de 2014 at 11:12 |

      Obrigado Jandir, já fiz a revisão.

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  4. Mônica Rocha
    Mônica Rocha 30 de abril de 2014 at 14:48 |

    Parabéns para todos as Quebradeiras, e a coordenação da U.Q que ousou em sua iniciativa
    lançando a revista Fala Quebradas. Agir com uma marca cheia de melanina,tão interativa,imprevisível, Inventividade transformadora que é o perfil da periferia é estar a frente de toda uma atitude maleável! “Favela ou não favela eis a transgressão” ! As margens de uma escrita acadêmica, invade o ar a marginal, critica,Parangolés, precárias,olhar das lages ou ruas,penetráveis, vivência de uma quebra de margens, modos para além da trapicalhada.

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