3 comentários

  1. Anick Lorena
    Anick Lorena 27 de outubro de 2016 at 7:33 |

    Obrigada pelo carinho de todos pra mim foi marsvilhoso expressar minha promeira vez

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  2. Mauricio Medeiros
    Mauricio Medeiros 28 de outubro de 2012 at 10:42 |

    Anick, sua energia e força tatral já conhecemos bem! Conviver contigo nas Quebradas foi um grande privilégio! Há uma passagem em seu texto quando você diz: “…fiquei uns 5 a 10 minutos fazendo mímica…”. Ali penso que você já estava descobrindo a técnica de “segurar” e “trazer” a platéia mais perto de ti. Digo isto, porque me lembro de uma ocasião (há uns 25 anos atrás) em que tive a oportunidade de conhecer Augusto Boal. Eu trabalhava em CIEP, na periferia de Nova Iguaçu e ele (Boal) nos deu a honra de um dia inteiro, com palestra, oficina e apresentação – era o grupo do Teatro de Oprimido -. Ao se dirigir à platéia (alunos e etc), havia um enorme barulho, ninguém parava de falar… foi quando o Boal começou a gesticular com a boca (como se estivesse falando algo). Naquele momento todos começaram a silenciar – querendo ouvir, pois não conseguiam -. Aí deu-se o silêncio total! E Augusto Boal disse: “Muito bem! Agora eu posso começar a falar…. Nunca mais esqueci…

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  3. Marilia Ailiram
    Marilia Ailiram 19 de outubro de 2012 at 12:11 |

    Ter vivenciado contigo troca de saberes e praticas…nas Quebradas…me inspirou…me fez revigorar…voce me transmite a vitalidade e ousadia dos Vulcões…e intuo que no tempo certo…natural , imprevisivel como nós artistas populares universais iremos produzir…Seja sempre esse vulcão de Talento…produçaõ e alegria do Universo…i

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