7 comentários

  1. Bya Feliciano
    Bya Feliciano 21 de agosto de 2014 at 16:09 |

    Para a elite sempre foi interessante que as camadas populares não tivessem a individualização artística ou a produção autoral, logo, essa produção seria de todos. Essa condição facilitaria a apropriação da arte popular, além de ser uma condição não vista quando se trata de autores ligados à elite.” Pois me recordou uma máxima entre os sambistas que os ditos “compositores eruditos” subiam o morro p comprar samba. Essa apropriação indevida reverbera em diversas esferas da sociedade, e ainda estamos engatinhando p uma solução, se é que exista uma.

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  2. Gzus Lima
    Gzus Lima 18 de agosto de 2014 at 19:44 |

    Ainda estou me adaptando ao jeito de ser quebradeiro, principalmente, por ter em mente que esta proposta está ligada a uma Universidade do nível da UFRJ. Pode parecer estranho ler um comentários desses mas, a informalidade que vislumbrei é muito do que ouço a respeito da forma de pensar a transmissão de conhecimento de Paulo Freire.
    A aula da antropóloga Ângela Mascelani, nos colocou diante de uma realidade que não pertence apenas aos artesão que expressão sua arte e estética através da manipulação do barro mas, de todos que não tendo sido instruídos por meios institucionalizados fazem uso de suas sensibilidades e constroem por si só uma estética própria.
    Como exemplo gostaria de citar as diversas formas de artesanato, os diversos setores responsável pelo carnaval, o folclore em sua diversas manifestações, a musica regionalizada de norte a sul do Brasil, as representações cênicas de teatro e palhaçaria e tantas outras…
    Gostei muito e terei empenho e ser ‘uma vez quebradeiro, quebrar sempre’!

    Gzus Lima

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  3. Elizabeth Manja
    Elizabeth Manja 18 de agosto de 2014 at 15:24 |

    A aula da antropóloga Angela Mascelani, foi muito elucidativa e exclarecedora a respeito da importância da valorização da arte popular e dos aspectos autorais envolvidos nessa questão. Deu para compreendermos a força da coletitividade que pressupõe uma memória e tradição presente na subjetividade do artista popular, cuja produção está impregnada de imaginário e vivências de um cotidiano que se dá de maneira única. Tais aspectos, demonstram a beleza de uma estética singular, que deve ser valorizada e equiparada a estética clássica e elitizada, enquanto objeto de estudos. Pois, justamente nessas peculiaridades da arte popular encontramos um sinalizador de toda a riqueza e a diversidade de manifestações existentes por todo o Brasil, sobretudo em todas as camadas da sociedade. A desvalorização da estética popular pressupõe um olhar que reforça o preconceito, por ser esse, um olhar míope que pretere toda uma beleza artística, pelo fato de ela ser concebida por pessoas desfavorecidas de recursos econômicos, desse modo, a questão da valorização da arte popular acima de tudo, parte de um princípio que descortina, revela e evidencia os mecanismos de aniquilamento social.
    Quem quiser aprender mais um pouco, fica a dica para ler, ver, ouvir e deleitar-se:
    http://www.popular.art.br/htdocs/default.asp
    http://www.popular.art.br/htdocs/defTexto.asp?artigo=286
    http://www.museucasadopontal.com.br/
    http://www.scielo.br/scielo.phppid=S010288392001000200005&script=sci_arttext

    Seguimos quebrando!!!!!

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  4. luciana Andreia
    luciana Andreia 17 de agosto de 2014 at 13:11 |

    Achei muito bacana e enriquecedora a nossa chegança ainda mais por conta de como foi feita as apresentações dos meia Guardas Quebradeiros que a galera da 4º Edição , Velha Guarda dos Quebradeiros e os novos Quebradeiros ; A dinâmica foi a cara das Quebradas acolhedora trabalhando a linha de Paulo Freire na qual executa a ESCUTA , TROCA E AFETO .
    Estou na expectativa por conta das apresentações nesta terça por conta desta galera incrível que se misturo para quebrar tudo

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  5. Cristina HARE
    Cristina HARE 15 de agosto de 2014 at 16:09 |

    Muito interessante a aula da antropóloga Ângela Mascelani. Vamos nos mobilizar para a saída cultural ao Museu do Pontal.
    Não posso de deixar de citar o encerramento do vídeo, com o samba-enredo da Escola de Samba União da Ilha/ 1983, que além de também ser arte popular, tem tudo a ver com a apresentação feita.
    Fica o link. Vale a pena ouvir:
    https://www.youtube.com/watch?v=RnKM0gBf6c0

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