17 comentários

  1. Cristina HARE
    Cristina HARE 28 de novembro de 2012 at 13:50 |

    Clarice …esta hitória do seu pai , Sr. Arias , é da mesma fonte da D. dercy , minha mãe…conversa pra boi dormir…o boi é o da história da Ana Cê.

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  2. Clarice
    Clarice 28 de novembro de 2012 at 13:26 |

    Meu pai contava…
    A estorinha das casinhas azuis,
    quer que eu lhe conte, eu lhe contatrei? quer que eu lhe conte?
    …………………………………………………………….
    – Quero!
    Não é quero! É a casinha das casinhas azuis, quer que eu lhe conte? eu lhe contarei, quer que eu lhe conte?
    …………………………………………………………………
    Ah papai, conta…
    Não é ah papai! É a casinha das casinhas que eram azuis…………………………………………….. e assim nós ficavamos cansadas e acabavamos dormindo com a repetição da historinha das casinhas azuis.
    Um beijo afetuoso ao meu pai querido Arias.

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  3. Leda Lessa
    Leda Lessa 28 de novembro de 2012 at 10:30 |

    Era um menino muito inteligente e se chamava Pedro.Certo dia assistindo a aula de ciências,ficou com muita vontade de fazer pipi. A professora estava explicando que a chuva é água do mar, do rio do lago…
    Ela colocou uma chaleira de água pra evaporar e explicou novamente como se formava a chuva.De tanto ouvir falar de áua, de chuva e mar ele foi ficando apertado…apertado
    O menino pediu pra ir ao banheiro e a professora não deixou.Ele pensou:-Eu faço só um pouquinho de pipi e espero evaporar, assim me alivio e ninguém vai perceber.E assim o menino discreta[mente fez pipi no cantinho. A professora brigou muito e colocou Pedro pra fora da sala.Quando o menino saiu muito triste ele avistou uma nuvem enorme e gritou: -Estou vingado! Meu pipi virou nuvem! Vai chover muito pipi pra molhar dona Carola
    E choveu tanto pipi que inundou a escola.A professora saiu remando sentada no quadro negro que virou uma barcarola.
    Essa história foi escrita por Silvya Orthof em homenagem a seu filho Pedro que vivenciou essa situação.

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  4. Jussara Santos
    Jussara Santos 28 de novembro de 2012 at 9:18 |

    Eu tenho uma que guardo sem muita lembrança dos detalhes da “estoria” contada pelo Zé de Chiquinho, dono de uma terras perto do sitio do meu avô paterno. Mas do que o conteúdo ficou a forma dele falar, que foi muito bem representada pelo meu irmão artista plástico. Uma figura mediana, de cabelos ralos e pretos. Ficava sentado num “tamborete” fumando um cigarro de palha… Aqui para a gente, da cidade, já era o máximo.
    Sei que eram interessantes os “contos” dele.
    Estou gostando muito do livro do Camara Cascudo

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  5. Feijah'N
    Feijah'N 26 de novembro de 2012 at 12:20 |

    Sempre gostei muito de livros biográficos por eles retratarem muito do cotidiano histórico. É como se eu tivesse lá, naquele momento, vivenciando o cheiro do local, a textura das roupas, a energia do ambiente com suas tensões e calmarias.

    Dentre as publicações que me tocaram eu destaco:

    – Todas relacionadas a Hernesto Guvara (Che). Pois há muita poesia na forma em que ele viveu, embora pra mim ele tenha sido um ‘bucha’ do Fidel.

    – Um livro sobre Ghandi Mohndas, totalmente em espanhol, o qual afanaram de minha biblioteca.
    (Só esperam que façam boa leitura, sempre.. rsrsrs).

    – Mark Twain (Samuel Langhorne Clemens), me fez enchergar a cor do preconceito de uma maneira diferenciada de escrever e realizar palestra, e também o raciocínio de grande perspicácia, sátiras com magistral humor. Era inventivo a todo tempo, não só na literatura mas patenteou três invenções, incluindo um “Aperfeiçoamento em Tiras Ajustáveis e Destacáveis para Vestimentas” (com a intenção de substituir o suspensório) e um jogo de curiosidades históricas. Seu invento de mais sucesso foi um bloco de recados autocolantes; um adesivo seco nas páginas precisava apenas ser umedecido antes do uso.

    – E a Bíblia, que é a biografia fidedigna de toda a história humana presente, passada e futura, contando sobre Deus e Seu Reino. Dela tiro toda a minha sabedoria.

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  6. Luiz Fernando Pinto
    Luiz Fernando Pinto 26 de novembro de 2012 at 10:24 |

    Eis uma história coletada pelo mestre Cascudo.

    Reza a lenda que numa cidadizinha de interior vivia um homem matuto com uma bela esposa.
    O homem dizia que sua mulher era feito um baú para guardar segredos, era mesmo boa de segurar a lingua. Para comprovar tal feito resolveu realizar uma experiencia.
    Uma noite, voltando tarde para casa, o homem trouxe um grande ovo de pata, que é muito maior do que os da galinha e deitou-se na cama. Lá para as tantas da madrugada, acordou a mulher, todo assustado e pedindo que ela guardasse todo segredo, contou que acabara de pôr um ovo! A mulher só faltou morrer de admiração mas o marido mostrou o ovo e ela acreditou, jurando que nem ao padre confessor havia de dizer o que soubera.

    Ora muito bem. Pela manhã, assim que o marido saiu para o trabalho a mulher correu para a vizinha e, pedindo segredo de amiga, contou que o marido pusera um ovo na cama e estava todo aborrecido com essa desgraça. A vizinha prometeu que ninguém saberia mas passou o dia contando o caso, ao marido, aos vizinhos, aos conhecidos, sempre pedindo segredo. E como quem conta um conto aumenta um ponto, toda vez que a história passava adiante o ovo ia mudando de número. Primeiro era um, depois dois, depois três. Ao anoitecer já o homem pusera meio cento de ovos. Voltando para casa, o marido encontrou-se com um amigo e este lhe disse que havia novidade naquela rua.

    – Qual é a novidade?

    – Não soube? Uma cousa esquisita! Imagine que um morador nesta rua pôs, penso eu, quase um cento de ovos, seu mano! Diz que está muito doente e que cada ovo tem duas gemas. É o fim do mundo.

    O marido não quis saber quem estava de vigia. Entrou em casa, chamou a mulher, agarrou uma bengala e passou-lhe a lenha com vontade, dando uma surra de preceito, que a deixou de cama, toda doída e com panos de água e sal.

    Depois o homem saiu contando como o caso começara e a mulher ficou desmoralizada. Por isso é que os antigos diziam que:
    Quem tiver o seu segredo
    Não conte a mulher casada
    Ela conta ao seu marido
    O marido aos camaradas…

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  7. DeniseKosta
    DeniseKosta 25 de novembro de 2012 at 16:23 |

    Ana Cê,

    muito legal a história, principalmente o final, de que o pai nasceu com cara de língua! Tô rindo aqui.

    denisekosta

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  8. DeniseKosta
    DeniseKosta 25 de novembro de 2012 at 16:17 |

    Era uma vez ______,
    que adorava ______________,
    até que um dia _________
    e então_______…

    Assim foi.
    E viveram felizes para sempre.

    FIM
    #comocontohistóriaaossobrinhos…
    denisekosta

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  9. Ana Cê
    Ana Cê 25 de novembro de 2012 at 15:07 |

    Uma aluna entra correndo na sala gritando: Eh boi! Eh boi!
    Ela me olha, ainda respirando fundo e ofegante e diz:
    Sabe aquele boi tia Ana? Aquele do pai Francisco?!
    Antes que que responda ela continua: Sabia que ele não era do pai Francisco, oh é o seguinte:
    Era uma vez um boi que não era do pai Francisco, ele era do Coronel, e era um boi de estimação, o boi que o Coronel mais gostava, tinha uma estrela brilhante na testa, não dava pra confundi, teve um dia que o dono do boi precisou ir ver as outras fazendas e pediu ao Chico(Sabia que Chico é pai Francisco? Depois eu conto isso.) Ele pediu ao Chico pra tomar conta daquele boi,e não deixar que nenhum mal aconteça com ele, só que logo quando o Coronel saiu…tanranranran. A Catirina , que era mulher do Chico, estava esperando neném e teve desejo especial de comer língua de boi especial e o boi especial era o boi de estrela na testa. O chico quase morreu, ficou confuso, mas foi lá e “rancou” a língua do boi e a Catirina cozinhou com muitos temperos e comeu tudo. O boi morreu e não morreu, ele primeiro desmaiou…Ai o coronel chegou e procurou seu boi, que não estava lá, mandou chamar o Chico, que ficou com medo, muito medo.Quando o Coronel descobriu o que tinha acontecido, ficou triste. Mandou prender o Chico e chamar um médico para o boi(médico pra boi é veterinária né tia? Eu quero ser veterinária) Ai tia o boi ficou bom, mas sem língua e o coronel perdoou o Chico porque seu neném nasceu. E todos ficaram felizes e fizeram uma grande festa. E todo mundo cantava: “Pai Francisco entrou na roda, tocando seu violão, pan pan pan, vem de lá o delegado, e o seu chico, foi pra prisão, como ele vem requebrado, parece boneco desengonçado” E fim.
    Gostou tia? Minha vó que me contou, porque o Chico era meu avô…mas não adiantou meu pai tem cara de língua de boi.

    Eu já ouvi essa história muitas vezes, de várias formas diferentes, mas essa versão, mudou o rumo do meu trabalho naquele ano. Eu trabalhei o auto do boi com as crianças e foi extasiante.

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  10. Cristina Hare
    Cristina Hare 24 de novembro de 2012 at 17:30 |

    A história que a Beá contou eu não conhecia até cerca de dois anos atrás , quando fui assistir uma apresentação de um coral infantil…eles cantaram este conto , fazendo algumas encenações.
    Foi muito legal ver a interpretação das crianças e ficar conhecendo mais esta , que não fazia paret do meu repertório.

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  11. Bea Meira
    Bea Meira 24 de novembro de 2012 at 7:11 |

    A história que mais me interessava quando criança, era a de um príncipe que buscava uma princesa para se casar. Ele era muito exigente, queria uma princesa “de verdade”.
    Uma noite uma família se hospeda no palácio e ele se interessa pela jovem filha do casal, que era de fato adotada. Mas para comprovar que ela era uma princesa de verdade, ele (ou a mãe dele, já não me lembro mais) coloca um grão de ervilha embaixo de oito maravilhosos colchões ao preparar a cama da menina. e no dia seguinte pergunta a moça, como ela havia dormido. A jovem responde que não pode dormir porque algo a encomendara durante a noite! Com este “teste” ficou provado que ela era sensível como uma princesa de verdade!

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  12. Dercy G. Costa
    Dercy G. Costa 23 de novembro de 2012 at 20:39 |

    Filha, obrigada por lembrar dos patos sedentos que só terminavam de passar quando o cansaço das crianças lindas tina cristina denise e rosane se entregavam aos braços de Morfeu.

    Dercy!

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  13. denisekosta
    denisekosta 23 de novembro de 2012 at 19:58 |

    Hahaha, a Nine sou eu. E tá passando pato até hoje! rs

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  14. Cristina HARE
    Cristina HARE 23 de novembro de 2012 at 15:54 |

    Luiz fFernando que saudades!!!
    Ainda não pude asistir o espetáculo , mas ainda vou chegar, pode esperar!

    Eu não sabia a origem sda história, mas garanto que funciona pra fazer crianças dormirem…e o nome não poderia ser mais adequado , eu espero o final até hoje!
    grande beijo,
    Hare

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  15. Luiz Fernando
    Luiz Fernando 23 de novembro de 2012 at 15:24 |

    Cristina Hare, essa história foi coletada pelo Luiz da Câmara Cascudo, ele deu o nome de História Sem Fim.
    Na época do primeiro eu ouvia de uma professora, bela história.

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    1. Bea Meira
      Bea Meira 24 de novembro de 2012 at 7:04 |

      Luiz Fernando, conte uma do Câmara Cascudo aqui pra gente.

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  16. Cristina HARE
    Cristina HARE 23 de novembro de 2012 at 13:56 |

    TÁ PASSANDO PATO
    Éramos três e antes de dormir , sempre pedíamos à minha mãe para contar histórias. Ela contava uma e mais uma e mais uma. Acho que ela ficava cansada e este evento sempre terminava assim:
    _ Mãe , conta mais uma ?
    _ Amanhã. Tá na hora de dormir.
    _ Mas mãe , só mais uma …purfavooô !
    _Tá bem, só mais uma:
    “ Era uma vez, um homem que tinha muitos patos , mas não tinha água em seu sítio. Todo dia , os patos acordavam com sede e ele tinha que levá-los ao sítio do vizinho para beber água. O problema é que para chegar lá , era preciso atravessar uma ponte por onde só passava um patinho de cada vez. Agora , eles estão atravessando …passou o primeiro pato…passou o segundo pato…o terceiro…”
    De repente , ela ficava em silêncio.
    …………………………………………
    _ Mãe , continua!
    _ Calma, ainda está passando pato.
    Mais silêncio.
    …………………………………………
    -Manhê , conta aí , vai…
    _ Ainda tá passando pato.Tem que esperar eles atravessarem pra gente poder saber o que vai acontecer na história.
    _ Mas tá em qual?
    _ Tá no décimo-segundo , é um bem gordinho, ele passa devagar.
    _ Falta muito?
    _ Ih! Falta pato à bessa. Coitadinhos! Estão com sede.
    Mais silêncio.
    …………………………………………
    Mais silêncio.
    ………………………………………….
    Z Z Z Z z z z z z z z z z z z z z z z

    (história contada pela D. Dercy às meninas Tina, Nine e Zane)

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