11 comentários

  1. Feijah'N
    Feijah'N 10 de dezembro de 2012 at 14:00 |

    Por nada, doce Beá!
    Vamos que vamos nos conectando e colaborando!

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  2. Feijah'N
    Feijah'N 10 de dezembro de 2012 at 12:42 |

    Foi de ótimos momentos a última aula.
    E aproveito para memorizar a grafia do meu nome (rsrsrsrs)
    … Feijah’N
    RSRSRSRS

    Vamos quebrando, se não daqui a pouco eu viro outra pessoa! rsrsrsrss!!!

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    1. Bea Meira
      Bea Meira 10 de dezembro de 2012 at 13:52 |

      Obrigado Feijah’N por ajudar a gente na revisão! Feito. bjs

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  3. Leda Lessa
    Leda Lessa 7 de dezembro de 2012 at 9:30 |

    Lembrando a professora Sandra:Quanto prazer eu obtive na última terça-feira !Aderaldo Luciano com aquela aula fantástica sobre a literatura de cordel que acabou em dança! As histórias contadas numa diversidade de linguagens surpreendente e encantadora.
    Quebraram tudo!

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  4. Cristina HARE
    Cristina HARE 7 de dezembro de 2012 at 9:22 |

    Que legal ! Estou aqui pesquisando o trabalho do Kentridge!

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  5. Cristina HARE
    Cristina HARE 7 de dezembro de 2012 at 9:02 |

    Huahauh, Beá…pensei naquela possibilidade na hora. Corri, nos inscrevi e ainda tive que remover Denise quase com um guindaste, pois como você sabe, ela sempre some na hora de aparecer ali na frente…lembra quando a Clarice chamou pela letra “D” durante a dinâmica?
    -DENISE – sumiu- tchau !
    Mas foi fácil, ambas conhecíamos a história …eu sei contar e ela sabe desenhar…logo…

    Enfim , agora que a gente sabe que funciona, podemos fazer melhor numa próxima vez. Foi divertido.

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    1. Beá Meira
      Beá Meira 7 de dezembro de 2012 at 9:07 |

      Menina, isto é um quadro de TV para um programa infantil, né? Olha na UQ de verão vamos visitar a exposição do Willlian Kentridge no IMS. Ele faz animações desenhando e apagando a mesma pintura, durante 9 meses! Examente isso que vocês fizeram.

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  6. João Griôt
    João Griôt 7 de dezembro de 2012 at 5:05 |

    Gostei muito do trabalho audio visual das Sandras…Uma qualidade, dentro de padrões técnicos, muito boa. O mais importante é perceber a dedicação que todos/as tiveram para apresentarem um trabalho sobre o livro em questão. Cada um/a com sua linguagem, expressando o seu saber dentro do tema abordado. Creio que cada quebradeiro/a esta envolvido de corpo e alma neste projeto e sinto que as qualidades e habilidades individuais e coletivas fazem crescer o espírito de SER QUEBRADEIRO/A. Estamos juntos nesta trilha possível para a transformação de uma sociedade morosa em uma sociedade respeitosa. Muito asé!

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    1. Beá Meira
      Beá Meira 7 de dezembro de 2012 at 8:50 |

      Griot, eu acredito que só tem um jeito de fazer as coisas: de corpo e alma. Quanto mais dedicação melhor fica e reverbera forte na vida da gente!

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  7. Cristina HARE
    Cristina HARE 6 de dezembro de 2012 at 13:26 |

    Hein???
    Quanto de prazer eu obtive?
    Como mensurar o muito?
    Posso dizer com certeza que ambas as aulas na última terça-feira foram , na minha opinião, as que mais se aproximam do que imagino de aula-ideal-quebradas: animadas, participativas, multilaterais, diversificadas.
    Diferentes formas de expressão, já se manifestavam desde a primeira aula , quando Aderaldo Luciano estabeleceu um arrasta-pé. Daí por diante : QUEBRA TUDO!
    A aula tornou-se demais produtiva . Quem assistiu as apresentações sempre terá a recordação dos contos apresentados reforçando o que leu no livro do Cascudo. Nunca mais vou esquecer As Testemunhas de Valdevino , depois de ver Marília Airilam e Clarice Azul representando as garças ; E a interpretação do Feijha`n que macaqueando , arrancou gargalhadas da platéia?
    O encanto do vídeo das Sandras e do Breno, que contou a história em “outro idioma” , foram de arrepiar. E eu , me diverti muito, narrando um conto , enquanto Denise Kosta desenhava, apresentação que improvisamos na hora , porque não queria perder a oportunidade de fazer parte da festa.
    Mas não era só festa. Foi um momento de auto-conhecimento. Foi um momento de reconhecimento do outro. De aplaudir cada talento, cada performance e identificar o quanto a convivência com o grupo é enriquecedora. Nossos mestres parte integrante disso tudo.

    Quebrado o binômio professor-aluno. Estabeleceu-se Literalmente – a troca de saberes-!

    Quanto de prazer eu obtive?
    – Não sei dizer.

    Cristina HARE

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    1. Beá Meira
      Beá Meira 7 de dezembro de 2012 at 8:47 |

      Hare, Vocês improvisaram aquele show? Que sintonia vocês duas têm!

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