4 comentários

  1. tetsuo takita
    tetsuo takita 4 de novembro de 2012 at 11:43 |

    leituras críticas

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  2. tetsuo takita
    tetsuo takita 4 de novembro de 2012 at 11:41 |

    Profa. Ângela, o que dói é que já quase não são feitas leitura crítica, e quando se é feito pouco, se faz em agir ou intervir na situação, é um “zoológico” de horrores, onde os “animais” passam fome e nenhum visitante deste trem fantasma dá sequer uma banana, é por isso que o blá, blá, blá e masturbação intelectual, às vezes irrita, em saber como a professora explicou, que as pessoas não se envolvem, tem poder nas mãos mas não fazem sua pequena parte, que já seria uma grande contribuição, é como diz a Elis, e agora entendo porque tanta gente falava mal dela porque ela queria fazer o bem… https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=AqQ2mJE7BwY#!

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  3. angela
    angela 27 de outubro de 2012 at 11:31 |

    Muito interessante a matéria, Joyce. Valeu! Olhar para trás e ter elementos para pensar as produções hoje. Ao mesmo tempo, como é fundamental e difícil ter uma leitura crítica no momento em que as coisas estão sendo feitas. Acho que aí fazer perguntas, como aponta a Anna Kieffer, é que pode fazer diferença. Porque escolhi esse tema, o que entra em evidência, o que está sendo falado no trabalho, onde isso leva, os confrontos, nossa!

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  4. Joyce Fagundes
    Joyce Fagundes 25 de outubro de 2012 at 11:31 |

    Hoje saiu no Globo uma matéria que complementa nossa discussão da aula:
    http://oglobo.globo.com/cultura/suburbio-do-rio-ressurge-nas-telas-poetico-alem-dos-cliches-6511745
    Vejam!

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