2 comentários

  1. Francisca Maria Fernandes
    Francisca Maria Fernandes 11 de setembro de 2014 at 18:03 |

    Aqui fico a lamentar por não estar presente nesse encontro maravilhoso. E poder reconhecer a ilustre professora Ilana Strozenberg. O assunto é de extrema importância quanta identificação na valoração do pensamento quanto forma e gesto. Primeiro, momento de valorizar o que realmente interessa a nossa sensível percepção. Lembro um momento bum dessa compreensão, ou melhor, descoberta em minha vida. Tudo mudou em meu comportamento. Minha postura se transformou em dimensão. A maneira de sentir, olhar, falar. Até o próprio grito marcante de geração.De se saber quem é. O nome de pia, que não se identifica; por ser em homenagem a alguém que eu não cheguei a conhecer. Minha Avó. Nesse momento, eu estava pré adolescente. De lá pra cá, é para mim uma honra trazer comigo o nome de uma Mulher que viveu três gerações deixando 10 filhos, onde seu primeiro filho, uma Mulher, neta da tribo Cariri, no Sul do Ceará, que mais tarde, foi minha Mãe….! Segundo, Descobrir que se é capaz, pela força do pensamento que se expressa. A construção de sua história. O movimento que seduz e traz consigo a profundidade do Ser. A atitude que define o legado que se transforma em identidade que se cria, constroe….. ao projeto que se acredita.

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  2. OSÉIAS CASANOVA
    OSÉIAS CASANOVA 8 de setembro de 2014 at 9:22 |

    Foi uma excelente aula, onde aprendi muita coisa. Creio que outras aulas deste cunho serão necessárias. O assunto que mais me interessou foi o distanciamento do antropólogo, de sua cultura, para um estudo, com o mínimo de interferência, de outra sociedade.

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