6 comentários

  1. kaado
    kaado 26 de novembro de 2012 at 11:13 |

    Nossos feijões de cada dia nos dai hoje sempre uma pedra no caminho ,que la em cima da quele morro nasce um pé .Nos nossos corações ha sempre uma esperança de encontrar um feijão um bom feijão,de um povo herói as margens de um horizonte, velejando no infinito à procura do feijão de um ser ou não ser, eis a questão.

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  2. rute casoy
    rute casoy 15 de novembro de 2012 at 13:48 |

    De manhã:

    Não sei nem bem pq, acordei já domando meus caquinhos selvagens

    Meus pdacinhos…
    Meus confetinhos…
    Meus grãosnhos…
    Meus arrozinhos…
    Minhas sementinhas maldormidas…
    Meus feijõesinhos escapulidos…

    Enquanto infindo o trabalho, vou ficando mais e mais exausta. E na solitária absoluta das horas

    Enfraqueço. Tropeço. Resseco. Meu corpo treme. Deficiente, perco o ar e

    desaprendo até pedir socorro.

    A tarde:

    De repente, eis quem me aparece dando um susto!

    Acho graça.

    Te fotografo vestido de jardineiro, enquanto

    Vc me olha um perfume refrescante

    Um sorriso cúmplice nos possui e acontece um jogo.

    Percebo a dança que, exibido, vc me faz.

    Finjo que não ligo.

    Porém arrastada num estranho cortejo que passa por ali nos convocando

    Sou para sempre perdida/vendida na confusão dos corpos.

    Dissimulo em silêncio, preciso de mais provas, estou vendida/vencida. Pelo desejo e/ou pelo medo?

    A noite tudo mentira. O cenário já é outro:

    Relaxo me espreguiçando sob um mosquiteiro transparente, vc toca um alaúde profundo que faz dormir minhas dúvidas.

    Conversamos em javanês quando não trocamos carícias.

    No país do encanto/ um canto desprega de nossas cordas vocais em uníssono. Nada nos assusta. Nada,

    pois estamos tão atentos aaquele presente momento que

    uma pureza insuspeita nos acontece.

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  3. Cassiano Gomes
    Cassiano Gomes 15 de novembro de 2012 at 10:46 |

    Parabéns pela aula. Como uma aula pode mudar tanto a forma de ver e pensar daquele que está se jogando na corajosa missão da poesia. Muito bom, mesmo! Tomei coragem para publicar algo e escrever mais. Vamos ao livro com capa de papelão que é uma valiosa contribuição aos poetas, romancistas e outros que desejarem usar a ferramenta como forma de transmissão de saberes.Abraços
    VOLTE!!

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  4. Clarice
    Clarice 14 de novembro de 2012 at 18:50 |

    QUE AULA!!!
    Fiquei impactada!
    Eucanaãn encanta, desperta para palavras e variações de tempo quando declama, desagua em mares antes inavegáveis. Uma luxuosa tarde de chuva inebriada de ventos e rajadas inesperadas… inesquecivel
    Quando é que ele volta?

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  5. Leda Lessa
    Leda Lessa 14 de novembro de 2012 at 18:09 |

    Essa aula ampliou meu olhar para o texto poético.Antes eu não conseguia ver a imagem escrita.
    Que me venham as pedrinhas!Vou catá-las com cuidado e carinho.
    Obrigada Eucanaã Ferraz

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  6. Cristina HARE
    Cristina HARE 14 de novembro de 2012 at 15:06 |

    Havia uma pedra no meio do feijão !
    Obrigada Mestre Eucanaã Ferraz por me fazer enterder o quanto mastigar as pedras pode ser bom pra alma.

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