8 comentários

  1. Leda Lessa
    Leda Lessa 11 de novembro de 2012 at 11:04 |

    https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=CUkSWI0pgus

    Este vídeo ilustra o comentário da Beá sobre Pixinguinha e os Oito Batutas.
    No Brasil, as opiniões se dividiam: Uns achavam absurdo o país estar representado, no exterior, por negros e outros aplaudiam os feitos dos rapazes, que chegavam ao povo através da imprensa.

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  2. angela
    angela 10 de novembro de 2012 at 15:33 |

    Um ponto que o Fred destacou foi que existia um contexto em que se buscava a ação, muito mais do que a implementação de um objeto estético. Pensei na reinvenção dessa herança, a ação como uma obra de arte.
    A própria transformação, o presente como matéria de criação. A incorporação antropofágica que afirma diferenças que podem aproximar e não desaparecer.

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  3. João Griôt
    João Griôt 9 de novembro de 2012 at 20:56 |

    Dentro de uma perspectiva de racismo social… etc. O maior problema é a divisão qualitativa que fazem /os da branquidade/ entre música e música negra, cultura e cultura negra, beleza e beleza negra… O que devemos de fato entender é o conceito de beleza sem separações, devemos entender que existem culturas diferentes em cada Continente, País, Estado, Cidade… Temos que quebrar o conceito imposto para todos nós que o conceito de beleza no Brasil é o Europeu… Todos nossos préconceitos são criados e alimentados, social, cultural, educacional e políticamente. Vamos juntos lutar contra estes argumentos de branquidade, onde ser branco neste país é sinônimo de previlégio. Sou negro sim e ser negro não é ser escravo e sim ser um ser humano igual em direitos e deveres. Eu acredito e vivo isto.

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    1. Bea Meira
      Bea Meira 10 de novembro de 2012 at 17:51 |

      Griot, acho que esta questão não se restringe ao racismo social. Tem a questão da arte da elite e a arte popular. A pintura era vista como arte culta, digna de ser debatida e comentada na academia, ao passo que a música popular não. Tem ainda esta disputa entre Rio e São Paulo, que parece menos importante, mas não é. São Paulo é uma cidade repressora, palco de uma elite arrogante e atrasada. Estamos vendo isso ainda hoje. Ao passo que no Rio as coisas são mais misturadas mesmo.

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  4. Luana Dias
    Luana Dias 9 de novembro de 2012 at 19:45 |

    Sim, essa colocação do Fred foi muito pertinente. Estava lendo agorinha o pós aula e fiquei refletindo. Com certeza, todo o movimento modernista iria ser diferente, caso a música Pelo Telefone fosse reconhecida pelos intelectuais. Mas sabemos que a relação sambaxperiferiaxpobresxnegros não era vista como “cultura” de fato nesse período. Hoje mesmo sabemos que essa relação é difícil de ser reconhecida. Estamos quebrando essas barreiras agora. A discussão deve continuar. Muito boa a aula.
    Luana Dias

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  5. Bea Meira
    Bea Meira 9 de novembro de 2012 at 10:16 |

    No mesmo ano da Semana de Arte Moderna, em 1922, Pixinguinha tocando saxofone, liderou o conjunto Os Oito Batutas, primeiro grupo de música brasileira a excursionar na Europa.

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  6. Leda Lessa
    Leda Lessa 9 de novembro de 2012 at 10:12 |

    Essa aula enriqueceu muito a minha pesquisa sobre a obra de Caetano e os tropicalistas. Agora vou direcionar melhor meus estudos.Valeu Fred!

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  7. paulo ricardo kaado pinheiro
    paulo ricardo kaado pinheiro 8 de novembro de 2012 at 19:44 |

    NOSSA, TEM COISAS QUE AGENTE PASSA , E JÁ.FOI,FRED REALMENTE NOS MOSTROU ALGO DIFERENTE UMA AULA PARA NÃO DEIXAR NINGUM DORMINDO rsrs,

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