2 comentários

  1. Tetsuo Takita
    Tetsuo Takita 13 de novembro de 2013 at 19:13 |

    Esta imagem de Cláudio Manuel da Costa, tem um detalhe interessante, lembra muito os lábios lepurinos de certos felinos e então eu pensaria, num desvario poético que pela sua atração inegável pela beleze estonteante e arrebatadora das nossas matas, faria com que ele se metamorfoseasse em um habitante dela para inconscientemente protegê-la…

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  2. Rogéria Reis
    Rogéria Reis 9 de outubro de 2013 at 12:20 |

    Aguardei com ansiedade essa aula. Me embrenhei na civilização ou no sertão selvagem da literatura? Não sei definir ainda. O que sei é que selvagem é o mundo em que vivo e a poesia ora é o paraíso (Arcádio), ora é o inferno de Dante Alighieri, ora é isso, ora aquilo, enfim, uma mixórdia de todas essas escolas literárias, uma diversidade de estilos muitas vezes em um único poema. Minha poesia é essa narrativa que brota de todo esse acesso à / excesso de, informações. Será “o de tudo um pouco” que culminará em um NADA? Ou toda uma diversidade que dará origem ao inusitado, ao novo?
    Torço para a construção do “algo novo”. Se não for possível que meus versos me permitam ao menos dizer o que eu penso da vida, fazer uma leitura do mundo como os poetas do passado fizeram e com tanta competência. Não há como não usufruir do legado deixado por poetas e escritores antepassados. Hoje no contexto pós-moderno existem recursos que nos permitem debruçar nas muitas correntes literárias já existentes. Mas o que nos torna um bom poeta? Ou melhor, qual o conceito de um bom poeta? Fiquei pensando… será que algum dia minhas narrativas serão dignas de análises?

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