8 comentários

  1. Wellington de Moraes França
    Wellington de Moraes França 19 de outubro de 2013 at 0:34 |

    Escutava as palavras gingadas do Alan à minha frente escutando uma mocinha do lado comentando: “ele é um fofo”!!!!! (há controvérsias) e viajei sem querer querendo, traçando um paralelo de uma experiencia que vivi.

    Em 1982, na Cidade de Deus – bairro da zona oeste do Rio de Janeiro, dava aulas de karate para um grupo de crianças e adolescentes. Entretanto eles não só aprendiam aquela milenar arte militar de lutar sem armas, mas também xadrez. Produzíamos de forma participativa, eventos esportivos e literários e caminhadas ecológicas com subidas às pedras da Gávea e Bonita, ao Pico do Papagaio e á represa do Camorim. Em 1987 junto com os pais criamos uma ONG e eles aprendia na prática conceitos de gestão empresarial. Atualmente, já adultos (óbvio) são excelentes profissionais nas áreas que escolheram e muitos votam para compartilhar sua historia agora nas redes sociais e no novo empreendimento que realizo combinando karate com poesia e autogestão na ONG Casa de Cultura Cidade de Deus e no sarau Poesia de Esquina no Bar e Lanchonete TOM ZÉ.

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  2. Wellington de Moraes França
    Wellington de Moraes França 19 de outubro de 2013 at 0:15 |

    Fiquei triste por não ter tido na ocasião, como prestigiar o mestre Ala da Rosa, adquirindo um de seus exemplares devidamente autografados, estava duro prá variar.

    Depois vamos ver com a diretoria, como fazer para adquirir alguns dos seus livros.

    Tomo aqui a liberdade de ousar elogiar com destaque a Priscila Medeiros que faz no caput destes comentários uma excelente síntese sobre o conteúdo da palestra. Está tão bem feito e simpático que dá vontade de ler mais texto da Priscila!

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  3. Wellington de Moraes França
    Wellington de Moraes França 18 de outubro de 2013 at 23:58 |

    Janaina Tavares! Te batizo e nomeio doravante a Poetiza que narra o cheiro da alma do mundo! Lendo sua fala escutava a música da vida tocando e mudando a mente do mundo.

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  4. Wellington de Moraes França
    Wellington de Moraes França 18 de outubro de 2013 at 23:50 |

    Alan da Rosa com seu atraso me fez refletir mais uma vez sobre a falta de logística da lógica do transporte público e privado e o quanto a mobilidade confusa entre e nas cidades comprometem negativamente nossa qualidade de vida.
    O palestrante conseguiu com muita habilidade e amabilidade expor sua historia como que foleando páginas de álbum fotográfico mas que nos conduzia de jeito matreiro e gingando num roteiro que narra, as vezes pontua afirmativamente, aspectos de seu trabalho. Reafirmando sem nos cansar a máxima de que não inventaram a pipa mas sim um jeito diferente de empina-la.

    Tem o mano véio uma linguagem que merece uma enciclopédia própria, rica de poesia e delicadeza típica das artes do velho oriente (isto porque nós, data vênia, cá da América do Sul somos mais orientais do que os de olhinhos puxadinhos da banda de lá).
    Faltou nos contar mais sobre suas experiências com os saraus mode que a gente pudesse aprofundar mais no quesito literatura tipo alternativamente-marginal das periferias quebradeiras.
    Tudo certo. Fica o dito pelo dito e vamos brevemente ao seu encontro lá pelas bandas de São Paulo, assim espero

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  5. JÉSSICA RANGEL DE CASTRO
    JÉSSICA RANGEL DE CASTRO 18 de outubro de 2013 at 20:50 |

    NA PEDAGOGINGA DO FAZER, MAIS UM QUEBRADEIRO, SE MOSTRA EFICIENTE NA LUTA PELA TRANSFORMAÇÃO. UMA AÇÃO PEDAGÓGICA, GINGADA POR ALTERNATIVAS EXPERIÊNCIAS DE GRANDE VALOR. MAIS UMA VEZ, O MOVIMENTO ARTÍSTICO SE COMPROMETENDO COM AS IDENTIDADES, SUA HISTORICIDADE, E SUAS REVOLUÇÕES……….. SALVE AMIGO!

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  6. Shirlei Rodrigues
    Shirlei Rodrigues 18 de outubro de 2013 at 14:16 |

    Fiquei impressionada e super feliz ao ver o caminho que o Allan Rosa descobriu para realizar seu projeto Pedagoginga , impressionada com a proposta do projeto , com os profissionais que trabalham junto com ele , com suas aulas dinâmicas , como ele conseguiu quebrar as barreiras , como foi citado no texto acima, de forma lúdica e criativa , despertando o interesse das pessoas de várias regiões a participarem do projeto de forma voluntária e comprometedora . Parabéns ao Pedagoginga !

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  7. José Orlando
    José Orlando 17 de outubro de 2013 at 19:44 |

    Como seres humanos precisamos cada vez mais nos respeitarmos, respeitando o outro que é o próximo amigo, do outro que é o elo de todos, que somos nós.A simplicidade de Allan é contagiante por sua determinação em mostrar que é possível sim, aprendermos com os antepassados,cuidarmos dos necessitados,aprendermos com nossas fraquezas e ensinarmos com nossa solicitude.Educarmos nossas fragilidades para reforçar nossas utopias,renovar nossas esperanças para abraçarmos nossas crianças, valorizando substanciais culturas para abraçarmos a sabedoria “di dentro”.Sempre é bom saber… melhor ainda com quem realmente está preocupado em ensinar.

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  8. Janaina Tavares
    Janaina Tavares 17 de outubro de 2013 at 13:13 |

    Enquanto Allan da Rosa falava, sentia cheiro de rosas, esgoto, sentia o vento, via os fios e as pipas dos meninos aqui na rua, lembrei das ruas alagadas no centro de N.I., dos butecos tocando forró, um misto de sensações. Como se as coisas estivessem alma. O estudo da alma do mundo… A prática do ser e fazer parte desse mundo. Um grande salve a Allan da Rosa.

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