5 comentários

  1. Wellington de Moraes França
    Wellington de Moraes França 23 de novembro de 2013 at 2:26 |

    Estava lá. Atento e empolgado por testemunhar uma revolução.
    Pessoas que nunca vi mas que sabia existir, como protagonistas de uma nova re- evolução. Estavam agora no coração de uma universidade de pensamento, dentro de um MAR. Dando mais que depoimentos ou narrando suas vitórias ou tragédias pessoais ou coletivas.
    Estavam produzindo e compartilhando conhecimento acadêmico. Formulando ou reformulando elementos para novas invenções e inversões de valores e leituras.
    Lançando bases quem sabe, para uma nova teoria de vida!
    Mal continha em mim de alegria por vê-los como mestres o os mestres da UFRJ quietos escutando, anotando, refletindo.
    Registrei algumas pequenas interjeições para ajudar no aperfeiçoamento, alinhado ao tema da mesa.

    Mas, de repente vi-me abduzido por fortes imagens de pessoas tão pequeninas cujos sonhos foram roubados, aprisionados e até exterminados quiça para sempre.
    Lagrimas inundaram minha mente.
    Precisei em respeito, silenciar por um momento que parecia eterno. Só voltando à tona com as palavras finais vindas do fundo da sala mas parecendo um eco do fundo da alma:
    “ Pede licença ao tambor, entra na roda e depois conversamos.”
    Jessica Castro

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  2. Tetsuo Takita
    Tetsuo Takita 13 de novembro de 2013 at 19:51 |

    Andressa Abraão, com seu trabalho de educação frisou o protagonismo juvenil, já visto por mim e familiar no trabalho de Marcus Faustini.
    Ludi Um e sua música barraco quando ouviu uma amiga de sua mãe dizendo que pobre não devia fazer arte guiou o trabalho dele a partir daí para provar o contrário.
    Fabiana Silva com narrativas de crianças e jovens c/ poesia como ato de resistência e transformação social.
    A apresentação emocionada e emocionante,
    me marcou a frase lida: “a reta é uma curva que não sonha”
    Manoel de Barros
    Lembrei as semelhanças e contrastes de jovens de periferia em Bogotá na Colômbia, por conta de uma viagem recente onde pude estudar e pesquisar um pouco: http://www.universidadedasquebradas.pacc.ufrj.br/um-quebradeiro-no-caribe-por-tetsuo-takita/
    Teve ainda: Adriana Baptista produzindo mediando a mesa. E as falas de Luciana Andréia e Carlo Alexandre.
    E quem pode esquecer o belíssimo depoimento emocionado de Jéssica sobre o jongo?

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  3. luciana andreia Peireira de oliveira
    luciana andreia Peireira de oliveira 7 de novembro de 2013 at 18:47 |

    Olha não me canso de agradecer a Deus por ter conseguido voltar para as quebradas wol

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  4. Fabiana da Silva (Fabbi)
    Fabiana da Silva (Fabbi) 7 de novembro de 2013 at 16:39 |

    Lindooooooo, ficou muito bom esse resumão.
    Fiquei muito feliz por ter participado dessa mesa com essas pessoas tão lindas, mas somente fazer uma correção kkkk, o apadrinhamento não têm nenhuma ligação com o Centro Cultural Casa Amarela.
    Parece ser muito tempo de fala, mas sempre esquecemos algo e por isso não deixei muito claro minha ligação com a Casa Amarela, sou coordenadora da sala de leitura Ana Maria Machado que fica no Centro Cultural Casa Amarela.
    Os saraus de poesia com as crianças do Parque das Missões acontecem na praça da parte da favela conhecida como Colômbia do Parque e vai na cara e na coragem mesmo, faça chuva ou faça sol kkkk.
    Obrigada todos que dividiram esse momento comigo.

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    1. Beá Meira
      Beá Meira 7 de novembro de 2013 at 18:42 |

      Fabiana revisado!

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