2 comentários

  1. Bebel Barreto
    Bebel Barreto 19 de março de 2014 at 14:01 |

    Comecei a ler seu texto de baixo para cima e deu muito certo,o sentido é forte tem tudo haver com o nosso virar do avesso,sacudir a poeira dar a volta por cima mas não é para todos: a nossa química é muito peculiar as pedras acumuladas pelo caminho tem cores e peso diferente,penso que alcanço o que você diz e é bom escrever para sair de dentro e dar espaço para outros pensamentos e me fazer feliz por ter esse encontro com você através das letras.

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  2. Leandro Souza
    Leandro Souza 18 de março de 2014 at 9:00 |

    Parabéns pela sensibilidade e precisão do texto Rute!
    Concordo e partilho contigo desta percepção sobre a UQ ser um pólo de tensionamentos e inquietudes, onde questões sobre “o que eu quero deste curso?” e “o que este curso quer de mim?” são tão conflitantes quanto nossas certezas sobre o mundo e sobre nós mesmos.

    Se ainda há anseio por respostas, por que não lançar na roda mais perguntas? Se ainda há anseio por soluções, por que não problematizar as inseguranças coletivamente? O seu pontapé foi certeiro em pontos que ainda precisam ser revistos por todos os quebradeiros, torço para que esse texto norteie novas discussões e desdobre em resultados significativos.

    É um momento pertinente para levantar tal discussão e sacudir a bandeira do entrosamento. Sigamos juntos e atuantes!

    Quebradeiramente,

    Leandro.

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