5 comentários

  1. rute casoy
    rute casoy 3 de abril de 2014 at 19:06 |

    Demorei pra chegar aqui mas cheguei que língua gostosa gente que diabo de língua é essa que não é a minha mas q eu entendo tudo? um grande deleite agradecida Juliana por me carregar pra esse mundo encantado…

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  2. angela carneiro
    angela carneiro 31 de março de 2014 at 20:20 |

    Ô texto bão de ouvir. Conta outro!

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  3. Rogéria Reis
    Rogéria Reis 29 de março de 2014 at 20:23 |

    O que dizer do texto bucólico da Juliana?
    Uma obra de artesanato com as letras.
    Rebolei pra ler uma coisa que é tão regional pra minha amiga quebradeira.
    Creio que ela o escreveu com a maior naturalidade, Como se tivesse conversando com cada um dos personagens citados.
    Isso é que interessante na nossa língua, no nosso Brasil.
    E o argumento é a coisa mais linda.
    Coisa de interior mesmo com sua poética peculiar, singular, bem diversa da verificada na urbe.
    Parabéns JULIANA, por ser você mesma, com esse cheirinho e jeitinho de mato toda enfeitadinha com flor do campo no cabelo,

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  4. Beá Meira
    Beá Meira 28 de março de 2014 at 17:13 |

    Juliana seu texto é som, voz, música, uma fala mineira.

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  5. Marcio Rufino
    Marcio Rufino 28 de março de 2014 at 16:32 |

    Querida amiga quebradeira Juliana,

    O seu texto é belíssimo. É regionalismo puro. É bom, é um direito seu se apropriar da linguagem popular pra compor. Pra criar. Guimarães Rosa fez isso. Maurício de Souza faz isso com o Chico Bento. Agora vc de forma lírica e poética. Eu me senti, viajei para o interior de Minas ou São Paulo através de sua literatura. Parabéns. Bjs!!!

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