10 comentários

  1. angela
    angela 24 de abril de 2013 at 21:54 |

    O que pode o afeto que gera bons encontros?
    O afeto é o nó de nós, uai!
    E que esse afeto se aperte cada vez mais e se expanda da sala, prá rua, prá casa, pro mundo e deixe cada vez mais a vida passar.
    Amarrando cada vez mais nóis…

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  2. Bebel Barreto
    Bebel Barreto 23 de abril de 2013 at 12:15 |

    Tem gente que não viu o piano.Tem gente que não viu o piano e tem gente que não viu o piano!!!!! Será que eu estava sonhando?

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    1. Beá Meira
      Beá Meira 25 de abril de 2013 at 8:33 |

      Bebel eu vi sim o piano. Me lembrei que em 2010, na primeira turma da UQ lá na UFRJ, na Urca, tínhamos também um piano, que foi tocado pelo Ice Blue dos Racionais MC. Quem viu?

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  3. Bebel Barreto
    Bebel Barreto 23 de abril de 2013 at 12:09 |

    Que lindo,um som de piano!Foi isso que eu ouvi lá da calçada quando estava chegando na Universidade das Quebradas.Entrei e tinha um piano lá na sala com uma pessoa tocando já fiquei feliz e para completar, a música era do Gonzaguinha(De Volta ao Começo)que amo muito a música e o Gonzaguinha com suas composições maravilhosas e várias já fizeram parte da trilha sonora da minha vida mais uma para coleção.Isso me acalmou um pouco para o Território de Teatro fui arrumando as cadeiras lá na mesa, a do Emílio coloquei a vermelha como pensei e isso ao som do piano que também fez parte da minha cultura lá no jardim de infâcia pois existia um na escola.Marilia chegou cedo ,falamos um pouco acendemos incenso colocamos na varanda as pessoas foram chegando,todos os meus colegas do Território também e o restante voces já sabem,principalmente quem esteve do início ao fim. Não há comentário que explique a energia que rolou.

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  4. jussara@calicotrio.com.br
    jussara@calicotrio.com.br 21 de abril de 2013 at 11:59 |

    Bea Meira e Angela, vocês foram que movimentaram os universitários… E mexem com a gente para ver o que dar…kkk.
    Foi gratificante participar da proposta. Voltei para meu mundo pensando que ele é de verdade de várias formas.
    Breno, meu UQ mais “chato do mundo”, nem imagina a felicidade de ver vc cuidando de todos. Arrassouuuuuuuuu.
    Te adoro de coração. Ísis nem falo nada. O casal que se completa como seres. Sucesso para vida de vocês.
    Quanto aos outros parceiros, cada um fez o território da sua vida. Parabéns para todos. Amo cada um de uma forma especial como se apresenta o mundo para mim… bjos. Ju

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    1. Iris
      Iris 28 de abril de 2013 at 14:24 |

      Poo Juuu
      IRIS!!!!!!! hahahhaa

      fico feliz de ler essas palavras!
      me emociona ver o que esse território possobilitou tantas reflexões! é muito gratificante

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  5. Silvia Soter
    Silvia Soter 19 de abril de 2013 at 13:15 |

    que pena que não pude estar presente, fiquei com água na boca!. Dia 30 estarei de volta.

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  6. Claudina Oliveira
    Claudina Oliveira 19 de abril de 2013 at 9:17 |

    Ainda enlevada pelo clima que se estabeleceu nesse território, em primeiro lugar sinto a necessidade destacar a grande importância que esse espaço se propõe: “(…) O Projeto tem como principal compromisso potencializar a relação entre cultura e desenvolvimento.”

    A frase “Todo Mundo é Cultura”, alardeada por Marcus Faustini vem bem de encontro com o que acredito e que tem sido repensado não somente pela academia, como e principalmente por quem se sentia à margem do “mercado cultural”.

    Ao meu ver, as reais transformações ocorrem a partir do momento em que o indivíduo se apropria de seus saberes e as compartilha, promovendo ações e reações que farão surgir novos signos de compreensão de um mundo que se reconstrói momento a momento, permeado de diálogos, com suas diversidades, multidisciplinaridades e tecnologias; acessíveis e possíveis para todos; e aí a relevância da Universidade das Quebradas, que “(…) instituir-se como um ambiente, um espaço de troca e de diálogo entre os vários saberes que compõem a textura da cultura do Rio de Janeiro, potencializando a produção de conhecimento e a criação artística [desse indivíduo para o mundo]”.

    Estar participando desse processo tem me proporcionado isso na prática, na pele, na veia.

    O território vivenciado e compartilhado aumenta a minha confiança, me faz mais disposta em [me] aprimorar e me revelar, com melhor competência, dinamismo e presciência do que há de melhor nessa vida.

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  7. Fábio Mateus
    Fábio Mateus 18 de abril de 2013 at 15:26 |

    Maravilhoso o processo coletivo democrático, podemos realizar muito mais que uma ação organizada, mais sim um estado de espirito harmonioso e solidário, que se estendeu além do termino do Sarau, pois a convite da Rute um grande grupo ainda se reuniu no fashion Rio, com direito a brinde de champanhe.
    Valeu abraços!

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  8. Beá Meira
    Beá Meira 18 de abril de 2013 at 10:43 |

    Quebradeiros parabéns! Conseguimos algo especialmente articulado neste território. Entre outros avanços, observei que cada um contribuiu com um conteúdo e uma forma complementar na apresentação da mesa. Claudina com depoimento pessoal emocionou a platéia e apresentou a Baixada Fluminense, Fabio trouxe dados concretos, pesquisados para o território, Bebel alternou os papéis de professora e aluna em sua fala sincera e muito reflexiva. Bruno, num tom bem acadêmico, falou a partir da universidade, Iris falou de educação, arte e corpo e o Breno conduziu uma experiência de construção de conhecimento através do teatro. Os quebradeiros responderam com entrega e participação verdadeira. Entraram no jogo, trabalharam rápido, enfrentaram a rua, interagiram com o público. A dinâmica de fechamento do Fabio foi sensacional. Na hora certa, captou toda a energia que estava no ar e fortaleceu os laços do grupo. Afinal, para que servem os ritos?
    Acho que o grupo conseguiu aproximar pensamento e ação, num processo continuo, sem ruptura. Ninguém sabe em que momento acabou o território e começou o sarau!
    O conjunto das ações demonstraram que a autonomia é o caminho mais seguro e que este grupo que temos é ouro puro! bjs

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